Travessia CPTM-USP: a resposta oficial
Sexta-Feira, 9 Maio 2008Aqui mesmo denunciei o perigo que é sair da Estação Cidade Universitária da CPTM rumo ä USP. E encaminhei esse post em forma de reclamação à Ouvidoria da CPTM.
>> Entre perder o trem e perder a vida no caminho para a USP
Esta semana recebi uma resposta da CPTM. O texto segue abaixo:
“Em atenção a sua manifestação, agradecemos o interesse em nos enviar suas ponderações e sugestões que contribuem para o aprimoramento dos serviços que oferecemos ao cidadão metropolitano.
Cabe esclarecer que a CPTM já realizou gestão junto as esferas do poder público (Subprefeitura e CET) para minimizar os transtornos apontados pelo senhor e garantir a transposição das vias no entorno da estação Cidade Universitária com segurança.
Lamentavelmente, até o presente momento não foi possível adoção de medidas efetivas, entretanto, retomaremos o assunto a busca pela solução da questão.
Com nossos cumprimentos, permanecemos a disposição.
Atenciosamente.
Equipe de Atendimento ao Usuário
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM”
Como vivemos numa democracia institucional - se você não representa nada, está frito -, pedi à USP, via ouvidor, que se manifestasse junto à CPTM para engrossar o coro. A resposta:
“A OUVIDORIA GERAL da USP julgou muito justos seus comentários e os encaminho para a PCO.
Atenciosamente, Ouvidoria Geral
Ouv. Geral ? 377/008
EAAFS
São Paulo, 6 de abril de 2008.
Senhor
Prof. Dr. Adilson Carvalho - Prefeito do Campus da Capital
Senhor Prefeito
Recebemos comentários do aluno Robson Nelson dos Santos, os quais julgo muito justos. Encaminho anexo para que esta PCO verifique a possibilidade de estudo sobre o caso.
Atenciosamente,
Prof. Dr. Ruy Laurenti, Ouvidor Geral”
Conclusão: do perigo de chegar até a USP via trem, todos estão sabendo. Resta acompanhar as providências.
Sexta-Feira, 30 Maio 2008 às 2:34 am
pois é.
botar o pedestre pra atravessar alça de via expressa é uma contradição de conceitos.
eu passava aí todo dia. cheguei até a fazer um projeto de passarela que ligava a estação diretamente à cidade universitária. se chamava “ponte orca”, e era uma ponte com forma de baleia, mordendo a estação e com o rabo perto da raia.